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Comentários
Seá que, estão sendo educadas para o amor e, consequentement e, o respeito às causa patiótióticas?
Espero que sim, que um dia, aconteça o milagre do amor e do respeito...
A administração afirma não ter recursos para a manutenção e investimentos necessários na sucateada rede de água da cidade de Orlândia, mas, tem recursos pra fazer uma dispendiosa e desnecessária propaganda da atual administração acoplada na conta de àgua.
Não é uma incoerência?
Todos sabemos que a melhor propaganda para um administrador é a sua própria administração e as obras que beneficiam a cidade e a população.
O título da propaganda:
Orlândia está em boas mãos
Quando fiz a menção à “estatura” dos nossos nobres políticos, apenas me baseei na visível incapacidade deles de desvincular a questão “água” da questão “dinheiro”. Ninguém pode negar que a água custa caro. E vai custar cada vez mais caro. Isso é fato. A questão é quem vai pagar por ela; quem vai custear a sua produção.
Posto como foi, pelo sr prefeito, (um artigo inserido numa lei maior, meio que na surdina, talvez para passar desapercebido pela população) a coisa toda se mostra como um recado claro e cristalino: eu prefeito, lavo as minhas mãos; que a população se entenda com uma empresa particular.
Ora, não é à toa que políticos experientes já disseram que o prefeito que implementa tal política em sua cidade, comete suicídio político. Quem é que vai confiar novamente em um sujeito que “vendeu” o departamento de água da sua cidade?
A produção e tratamento da água é de inteira responsabilidad e do poder executivo e essa responsabilidad e não pode ser “vendida” ou transferida, ainda que o trabalho em si o seja. Se concedida, então que seja subsidiada, afinal, hoje a prefeitura subsidia transporte, educação, medicamentos, atenção básica em saúde, e (como se promete para breve) festas, rodeios e demais sonhos de menino.
O foco central da discussão, na questão do plano de saneamento básico, é a água potável e consequentement e o esgoto. Até porque, esgoto é uma questão de saúde pública e se a água vai ser “vendida”, o esgoto precisa ir junto. Na discussão do plano, detalhes do tratamento de esgoto precisam estar mapeados claramente e isso só vai ser conseguido com o debate/estudo amplo, geral e irrestrito.
Ações dessa natureza, sem a devida discussão (em outra administração), nos trouxeram à transformação de “cidade jardim” em “cidade fedida”. De capital do arroz, Orlândia tornou-se a capital do fedor.
Também penso como você que não é bom para a população privaatizar a água, em uma cidade que não chega a ter 50.000 habitantes. Quanto a escreverr a história de Orlândia no jornal, escrevo-a para os leitores que a apreciam. Eles gostam de fato, mandam e mails, opinam e penso ser este interesse um acréscimo cultural bom para nossa gente. Nosso projeto, se depender de nós, será executado. Temos notícia de que muitos leitores aguardam toda semana um novo relato e as pessoas mais antigas estão revivendo e lembrando outras histórias suas. Isso também é bom para elas. Além disso, acredito que alguns estão se habituando a ler. É esta uma satisfação enorme para uma professora, embora aposentada.
Quanto a sua sugestão de escreverr um livro eu a acolho com alegria, pois, já havia pensado que terminado este projeto, se Deus me permitir, estarei escrevendo a respetio de Orlândia a partir de 1996. E esta matéria será destinada a formar um livro para publicação e, se Deus quiser, na própria Gráfica Folha de orlândia que já imprime nosso jornal Ëmpório Cultural. Obrigada, amigo. Conforme eu disse, se Deus me premitir, prometo-lhe o livro e autografado e espero receber de você um abraço.
Que sejam felizes em suas caminhadas e não tropecem no cimento estragado ou não desistam de precorrerem os trechos de terra batida encontrados na praça - centro da cidade - praça que leva o nome do fundador da cidade.
Ora, se a água é uma necessidade básica do ser humano, um direito humano fundamental, sua propriedade não pode ser entregue a ninguém.
Concordo com o Renato e a Dona Luzia quando dizem que a “venda” do departamento de água é, antes de qualquer coisa, um atestado de incompetência do executivo.
A sociedade, e as autoridades públicas em particular, traem sua função e abandonam suas responsabilidad es procedendo à privatização da água.
Ainda não tenho convicção da necessidade, ou inevitabilidade , de se outorgar a concessão da exploração da água por 20 anos para que sejam feitos os investimentos necessários ao DAE, sem os quais é impossível ter uma água de qualidade para os seus beneficiários; porém tenho certeza de que sem um amplo, geral e irrestrito estudo sobre o assunto, não se pode tomar decisão alguma.
Nas pesquisas que fiz sobre o tema, tive acesso ao edital de concorrência pública para a elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Florianópolis. Fiquei maravilhada, pois o edital previa a participação maciça da população na elaboração do mesmo.
Penso que, se o executivo municipal possibilitar que a população de Orlândia participe da elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico - como fez o município de Florianópolis - mais chances de sucesso ele terá na condução do mesmo.
Finalizo, citando as palavras do Renato, que tão bem dimensionou a “capacidade” do poder executivo e legislativo frente a um problema de tamanha envergadura.
“E se não vender, então esse é o momento de colocar a casa em ordem e sanear o setor, tornando-o eficiente e transparente. Tarefa que infelizmente se mostra grande demais para a estatura do atual poder executivo e legislativo.”
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